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【Entrevistas com Especialistas Globais da WikiEXPO】 Dolly Ramaiya: Como a Tokenização Está Remodelan
Resumo:Com a conclusão bem-sucedida da WikiEXPO Dubai, tivemos o prazer de entrevistar Dolly Ramaiya, Fundadora e Diretora Executiva Sênior da Truleum Venture Partners Limited, uma empresa regulada focada em tokenização de ativos e fundos, sediada no Dubai International Financial Center (DIFC), nos Emirados Árabes Unidos. Com mais de 18 anos de experiência na região do GCC, predominantemente no setor de fintech, Dolly tem sido uma força motriz por trás do crescimento de várias empresas transformadoras.

Com a conclusão bem-sucedida da WikiEXPO Dubai, tivemos o prazer de entrevistar Dolly Ramaiya, Fundadora e Diretora Executiva Sênior da Truleum Venture Partners Limited, uma empresa regulada focada em tokenização de ativos e fundos, sediada no Dubai International Financial Center (DIFC), nos Emirados Árabes Unidos. Com mais de 18 anos de experiência na região do GCC, predominantemente no setor de fintech, Dolly tem sido uma força motriz por trás do crescimento de várias empresas transformadoras.
Dolly também opera um estúdio de ventures em Dubai, focado na construção de startups de tecnologia em estágio inicial do zero, trabalhando lado a lado com os fundadores, preenchendo a lacuna entre a construção de ventures e o investimento, alinhando capital operacional e intelectual para empoderar empresas em estágio inicial.
Antes de fundar sua própria empresa, Dolly foi membro da equipe fundadora da YAP, a primeira plataforma de banking digital independente dos Emirados Árabes Unidos, onde desempenhou um papel crítico no estabelecimento de parcerias estratégicas, liderando a expansão regional e estruturando frameworks regulatórios. Sua expertise se estende à reestruturação organizacional, conformidade regulatória e liderança de grandes projetos de M&A com entidades como a C3 Edenred.
A carreira de Dolly reflete um lugar na primeira fila da “Revolução Fintech”, testemunhando a evolução dos bancos tradicionais, sistemas de pagamentos e cartões em um ecossistema próspero de inovação digital.
Parte 1: O Futuro do Banking Digital e da Tokenização
Q1: Você testemunhou a revolução fintech em primeira mão na região do GCC. Desde os seus primeiros dias na American Express até a fundação da Truleum Venture Partners, quais as principais mudanças que você observou na evolução do banking digital?
DR: Nas últimas duas décadas, o GCC passou de instituições financeiras orientadas por produtos para ecossistemas orientados por tecnologia. Quando comecei na American Express, a inovação era interna — construída em torno de produtos, segmentação de clientes e confiança na marca. Os bancos eram universos autocontidos.
Hoje, a transformação da região é sobre interoperabilidade e arquitetura aberta. A ascensão de APIs, sandboxes regulatórios, licenças de banking digital e rails de pagamentos instantâneos mudou o foco do banking como parceiro financeiro para banking como infraestrutura.
Outra mudança significativa é a maturidade regulatória. Reguladores nos Emirados Árabes Unidos, Arábia Saudita e Bahrein evoluíram de observadores para facilitadores, impulsionando políticas digitais, frameworks de ativos virtuais e modelos de licenciamento fintech. Esse alinhamento entre inovação e governança é o que inspirou a criação da Truleum Venture Partners — uma gestora de fundos regulada na interseção de ativos tradicionais e digitais, com forte foco em transparência, conformidade e evolução tecnológica.
Q2: A Truleum Venture Partners foca em gestão de fundos e tokenização de ativos financeiros. Como você vê a tokenização transformando os ecossistemas financeiros e tecnológicos?
DR: A tokenização, na nossa visão, não é uma palavra da moda — é uma inovação estrutural na forma como os mercados financeiros operam. Ela traz a precisão da blockchain para a disciplina da gestão de fundos.
Na nossa empresa, estamos construindo estruturas de fundos tokenizados regulados que permitem transparência na propriedade, eficiência operacional, liquidação instantânea e liquidez secundária para ativos tradicionalmente ilíquidos — como interesses em capital de risco, private equity e fundos imobiliários.
O valor está na eficiência e acessibilidade. A tokenização permite que investidores institucionais e qualificados participem de instrumentos tradicionais representados nativamente na chain, enquanto fornece aos gestores rails digitais para emissão, conformidade e relatórios.
Com o tempo, acreditamos que instrumentos financeiros tokenizados redefinirão como os investidores se engajam com mercados privados — tornando-os mais transparentes, auditáveis e globalmente conectados. O que estamos construindo é uma estrutura de investimento regulada com um wrapper digital, em conformidade com os frameworks da DFSA e do DIFC, projetada para uma nova era de fundos, ativos do mundo real e participação de investidores.
Q3: Na sua opinião, quais são as próximas fronteiras de inovação para os ecossistemas fintech e de ventures no Oriente Médio — particularmente em torno de pagamentos, identidade digital e finanças embutidas?
DR: A próxima onda de inovação fintech no Oriente Médio virá da integração, não da fragmentação.
Os pagamentos se tornarão invisíveis — perfeitamente embutidos em plataformas e verticais da indústria, como saúde, logística e imóveis. A identidade digital emergirá como a camada de confiança dessa nova economia, permitindo onboarding seguro, KYC e conformidade transfronteiriça impulsionados por verificação blockchain.
Finanças tokenizadas — incluindo interesses em fundos, títulos e ativos do mundo real — expandirão os mercados de capitais da região além das bolsas tradicionais. A combinação de ativos digitais regulados, sistemas de pagamentos interoperáveis e conformidade impulsionada por IA desbloqueará um novo nível de inclusão financeira e eficiência.
Para operadores como nós, isso representa uma oportunidade geracional de conectar capital institucional com infraestrutura digital — permitindo que investidores, emissores e gestores de fundos operem em um ecossistema mais conectado, transparente e global.
Parte 2: Equilíbrio entre Conformidade e Inovação
Q1: A WikiEXPO tornou-se um dos principais palcos globais para colaboração em fintech e finanças digitais. Quão importantes são esses ecossistemas para apoiar startups e conectá-las a investidores e reguladores?
DR: Ecossistemas como a WikiEXPO são vitais porque traduzem inovação em diálogo. Para startups e players regulados, visibilidade e credibilidade são tão importantes quanto capital.
Essas plataformas criam espaço para interação construtiva entre inovadores, investidores institucionais e reguladores — o que é particularmente crítico em setores emergentes como tokenização, DeFi e IA em finanças.
Fóruns globais como esses permitem que entidades reguladas do GCC demonstrem que conformidade e inovação não são mutuamente exclusivas. Eles também permitem que investidores descubram caminhos credíveis e licenciados para se engajar com oportunidades em ativos digitais — uma parte chave na construção de confiança nesse cenário em evolução.
Q2: A WikiFX enfatiza a transparência impulsionada por dados na indústria de trading e investimentos. Da sua perspectiva, como as plataformas fintech podem usar dados de forma mais responsável para empoderar os usuários?
DR: A transparência de dados não deve terminar no relatório — ela deve começar no design.
Plataformas fintech e instrumentos financeiros tokenizados têm uma responsabilidade única de transformar dados em clareza, não em complexidade. Vemos a transparência como um princípio operacional, não uma caixa de seleção regulatória. Sistemas baseados em blockchain permitem auditoria em tempo real, manutenção de registros imutáveis e fluxos de ativos rastreáveis, o que redefine como os investidores percebem a confiança.
O uso responsável de dados significa empoderar investidores a tomar decisões informadas — garantindo precisão dos dados, relevância contextual e controle do usuário. À medida que a indústria de investimentos digitais cresce, aqueles que priorizam frameworks éticos de dados liderarão a economia da confiança.
Q3: Qual mensagem você compartilharia com jovens mulheres que estão entrando no espaço de fintech, gestão de investimentos e construção de ventures hoje?
DR: A coisa mais importante que aprendi é que a credibilidade se acumula mais rápido que a confiança. Você não precisa ter todas as respostas — basta continuar aparecendo e fazendo as perguntas certas.
Fintech é um dos poucos setores onde as barreiras de entrada são intelectuais, não institucionais. Para jovens operadoras entrando nesse espaço, meu conselho é simples: não espere ser validada pelo ecossistema; comece a moldá-lo.
Eu pessoalmente acredito que liderança não é sobre se encaixar em frameworks — é sobre projetar novos. O futuro das finanças pertencerá àquelas que trazem perspectivas diversas e ideias ousadas para espaços altamente regulados e tradicionalmente dominados por homens — e as transformam em negócios sustentáveis e credíveis.
Sobre a Entrevista com Especialistas Globais da WikiEXPO
Como organizadora da WikiEXPO, a WikiGlobal está comprometida em fomentar o diálogo e a cooperação internacional por meio de exposições offline. Ao engajar especialistas globais em regulação financeira, tecnologia e governança, a WikiGlobal busca aprimorar a integração de fintech e regtech, melhorar a eficiência e precisão regulatória e promover a autodisciplina da indústria. Por meio desses esforços, incentivamos instituições financeiras a adotar melhores práticas, construir um ecossistema mais transparente e resiliente e, ultimately, criar um ambiente de trading mais seguro para investidores em todo o mundo.

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