简体中文
繁體中文
English
Pусский
日本語
ภาษาไทย
Tiếng Việt
Bahasa Indonesia
Español
हिन्दी
Filippiiniläinen
Français
Deutsch
Português
Türkçe
한국어
العربية
اردو
Dólar sobe a R$ 5,19, com cenário de aversão ao risco e revertendo queda da véspera
Resumo:Divisa americana caiu quase 1% na sessão anterior
O dólar fechou a quinta-feira em alta firme contra o real, refletindo o ambiente externo mais avesso ao risco, onde a divisa norte-americana reverteu as perdas da véspera e os rendimentos dos Treasuries voltaram a subir .
Leia mais: Dólar Hoje: Confira a cotação e fechamento diário do dólar comercial
Azul, Simpar, LWSA, Light, JBS, Cosan e mais ações para acompanhar hoje
Veja os principais destaques do noticiário corporativo desta quarta-feira (19)
Ata do Fed, inflação na Europa, balanços de varejistas e mais destaques nesta quarta
InfoMoney reúne as principais informações que devem movimentar os mercados nesta quarta-feira (19)
Qual foi a cotação do dólar hoje?
O dólar à vista fechou em alta de 0,31%, aos R$5,1937 na venda.
Às 17h08, o contrato de dólar futuro para setembro — atualmente o mais negociado no Brasil — subia 0,28% na B3, aos R$5,2070.
No mesmo horário, o índice do dólar — que mede o desempenho da moeda norte-americana frente a uma cesta de seis divisas — subia 0,05%, a 98,879.
Dólar comercialO que aconteceu com dólar hoje?
Os pedidos de auxílio-desemprego nos Estados Unidos recuaram em 6 mil na semana encerrada em 15 de agosto, para 206 mil, abaixo do consenso de 211 mil. O dado, que veio melhor que o esperado, não provocou reação adicional relevante no dólar ante o real até o momento.
No exterior, o mercado acompanha a alta do petróleo, com o Brent próximo de US$ 94 por barril, em meio à tensão entre Estados Unidos e Irã, enquanto os rendimentos dos Treasuries voltam a subir após o forte recuo observado ontem.
No Brasil, o mercado, além de monitorar os efeitos do petróleo e dos juros americanos sobre o câmbio, acompanha as campanhas eleitorais e a trajetória fiscal.
O ministro da Fazenda, Dario Durigan, argumentou pela manhã que controlar os gastos obrigatórios é mostrar ao mercado que essa despesa não vai crescer sem controle. Em entrevista à Rádio CBN como porta-voz econômico da campanha do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), ele afirmou que é possível reverter a trajetória da dívida pública com diminuição de juros.
Ainda nesta quinta, o Banco Central oferta até 50 mil contratos de swaps cambiais para rolagem dos vencimentos de setembro, às 11h30, e o Tesouro realiza leilão de títulos prefixados às 11h45. O presidente do BC, Gabriel Galípolo, participa da reunião do Conselho Monetário Nacional (CMN).
Isenção de responsabilidade:
Os pontos de vista expressos neste artigo representam a opinião pessoal do autor e não constituem conselhos de investimento da plataforma. A plataforma não garante a veracidade, completude ou actualidade da informação contida neste artigo e não é responsável por quaisquer perdas resultantes da utilização ou confiança na informação contida neste artigo.










